quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Das coisas que falam mais alto


Eu acredito no equilíbrio
Mas também acredito em sonhos
Nas pessoas, nos sonhadores
E acredito assim, porque quem sonha planeja
Espera, deseja, busca
Planta sementes no amanhã
 
Não é só sonho, não é apenas imaginação

Acredito porque quem está sempre com os pés fincados no chão
Cria raízes e permanece no mesmo lugar, sem mudar, sem crescer

Eu acredito em sonhos
Porque acredito que são eles que nos movem
Que nos fazem levantar todos os dias da cama e tentar fazer diferente

Eu acredito, porque acredito que quem sonha sabe aonde quer chegar
E faz o possível pra realizar seus sonhos
Eu acredito em sonhos reais
Que dependem do próprio esforço e vontade

Eu acredito em sonhos
Porque acredito no amanhã
E acredito em mim e na minha disposição de continuar em frente!
 


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Para não se perder

É fácil julgar aquilo que desconhecemos, difícil é admitir e vencer o preconceito.
É fácil criticar os outros, difícil é promover nossas próprias mudanças.
É fácil reclamar da vida, difícil mesmo é levantar da cama mais cedo e fazer diferente.
É bem fácil mudar de opinião, aprender coisas novas, reaprender ensinamentos, abrir a janela da vida para as diferenças, difícil é abandonar hábitos ruins... Matar princípios, esquecer valores, isso é que é difícil.
Qualquer um pode se dizer infeliz nos relacionamentos humanos e depositar a culpa no outro, isso é muito simples, o complicado mesmo é admitir a própria responsabilidade sob seu estado de espírito.
A felicidade, o amor, o bom humor, a gratidão, as mudanças, a educação, o respeito tem que partir de nós.

 Eventualmente temos o péssimo hábito de depositar nossa felicidade ou infelicidade nas mãos de outras pessoas. Porém, há um momento em que todo mundo precisa crescer e se reconhecer, essencialmente, abraçar os próprios erros, fazer as mudanças que achar conveniente e seguir em frente, consciente do que somos, de quem somos.

Esopo disse:
“Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar.”